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Diagnóstico da osteoporose São João da Boa Vista, São Paulo

Entenda como é executado o exame que diagnostica a osteoporose. As autoras Claudia Simões, Joseane Carvalho e Marcília Morais explicam os índices da densidade mineral óssea - DMO. Confira os detalhes desse processo analítico. Consulte a lista de especialistas da área, em São João da Boa Vista.

Marcio Luis de Souza Alves
(35) 3712-3000
Rua Paraiba 672
Pocos de Caldas, Minas Gerais
Fernando Luiz Morales Novaes
11-20637769
Avenida Nazare 1619/1621. Ipiranga
São Paulo, São Paulo
Luiz Eduardo Vitagliano
(11) 3505-2012
R. Maestro Cardim 769 - Bloco 2 Audit. Interna
São Paulo, São Paulo
Júlio da Silva Pinto
(19) 3232-9971
Rua Bernardo Jose Sampaio 339 - 3º Andar - Cj 34
Campinas, São Paulo
Heriberto Brito de Oliveira
(12) 3939-9808
Av. Cidade Jardim 1865
Sao Jose Dos Campos, São Paulo
Dimen Poços de Caldas
(35) 3714-3721
Av. Joao Pinheiro 6180
Pocos de Caldas, Minas Gerais
Thomaz Rafael Gollop
(11) 5093-0809
R. Félix de Sousa 321
São Paulo, São Paulo
Norberto Pompermayer
(14) 3269-7900
Edy Euripedes Coneglian 38
Lençóis Paulista, São Paulo
Maria Cecilia Ferro
(11) 3232-8624
Rua Cel Jose Pedro de Oliveira 710
Sorocaba, São Paulo
Rosa Maria Ragneri Domingues
Rua Doutor Querubino Soeiro 276
Leme, São Paulo
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Diagnóstico da osteoporose

Osteoporose - Como é diagnosticada a osteoporose?

A densidade mineral óssea (DMO) é a medida da quantidade de tecido calcificado no osso e, é usada no diagnóstico da osteoporose pois, a correlação entre a resistência óssea e o conteúdo mineral ósseo é um bom indicativo.

Na infância, a DMO é relativamente baixa e o pico máximo é alcançado na juventude. Entretanto, com a idade, ocorre uma queda desse valor, sendo que nas mulheres ela é mais acentuada devido à menopausa, pois o declínio do hormônio ovariano estrogênico tem um papel importante na manutenção da força óssea. Fatores como uso prolongado de prednisona (um fármaco corticóide), alguns anticonvulsivantes quimioterapia, excesso de álcool e/ou fumo, baixa ingesta de cálcio e/ou vitamina D e inatividade física prolongada podem reduzir a densidade óssea e, ainda, desencadear um excesso da atividade da glândula tireoide com conseqüente produção excessiva do paratormônio (hiperparatireoidismo primário).

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Fig 1 -
DMO de coluna lombar de paciente do sexo feminino com 60 anos de idade, dentro dos limites da normalidade.

A DMO reduzida aumenta o risco de fraturas com quedas menos graves e menos freqüentes logo, a detecção da osteoporose pela medida da DMO é muito útil na previsão de riscos de fratura e serve como ponto de partida para estabelecer o tratamento.

O principal método de diagnóstico da osteoporose é a densitometria óssea, que visa a quantificação da DMO através; entretanto, como em outras patologias, a história clínica, o exame físico e exames subsidiários são de grande valia.

Para se traçar a história clínica deve-se inquirir a idade da menopausa, presença de fatores familiares, hábitos alimentares, atividade física, uso de café, cigarro ou álcool.

No exame físico pode-se verificar a deformidade da coluna e, deve-se incluir dados de peso e altura, para acompanhamento.

Os exames subsidiários utilizados são os laboratoriais e de imagem sendo, aqueles, geralmente normais na osteoporose primária. Rotineiramente, solicita-se hemograma, VHS, eletroforese de proteínas, provas de função renal, dosagens de cálcio e fósforo, fosfatase alcalina e calciúria de 24 horas. O nível de cálcio endógeno excretado é diretamente relacionado ao aparecimento da osteoporose. Saúde em Movimento.com.br

Sempre que necessário, solicita-se os marcadores de formação e de reabsorção óssea. São considerados marcadores de formação a fosfatase alcalina óssea, a osteocalcina e o pró-colágeno tipo I

C-Terminal Peptídeo (PICP). A fosfatase alcalina aumenta na formação óssea. O valor da fosfatase alcalina total inclui fosfatases produzidas nos rins, fígado, intestino e ossos, portanto, é mais fiel a dosagem da fostatase alcalina óssea. A osteocalcina (Bone Gla Protein ou BGP) informa sobre a atividade osteoblástica. O pró-colágeno tipoI C-Terminal peptídeo (PICP) é a forma mais comum de colágeno presente nos ossos.

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