Tratamento de Câncer de Pele Brasília, DF

Encontre onde realizar tratamento de câncer de pele em Brasília. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Ana Cláudia da Câmara Sousa
(61) 3226-2477
Srtvs Q 701 - Conjunto L Bloco 02 N 30 Sala 115
Brasilia, DF
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Maria da Graca dos Santos
Shls 716 - Torre Ii Sala 120 Centro Clínico Sul
Brasilia, DF
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Tatiana Maia Jorge de Ulhôa Barbosa
(61) 3245-6668
Setor Hospitalar Local Sul 716 - Qda 716 Conjunto &Quot;C&Quot;
Brasilia, DF
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Alano Batista Maranhão
(61) 3468-3979
Ql 04 - Conj. 05 - Casa 10
Brasilia, DF
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Neurofis
(61) 3328-7551
scn Qd 5 Bl A, s/n s 913 Asa Norte
Brasília, DF

Dados Divulgados por
Pasteur Medicina Diagnostica
(61) 3346-3121
Seps 712 - /912 Conj. B Bloco 04 Lojas 02/03 Sl 103
Brasilia, DF
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Ursula Tatiana Farias Rodrigues
(61) 3321-0005
Shs Bloco C Sala 302 - Edifício Brasil 21
Brasilia, DF
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Andrea Franco Amoras Magalhaes
(61) 3429-5246
Scn Qd 06 Conj a Bl C 2 - Asa Norte
Brasilia, DF
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
R.C
(61) 3447-4666
SEPN 516 Bl F, s/n lt 10 lj 154
Brasília, DF

Dados Divulgados por
Geroclinica
(61) 3274-0366
St Terminal Norte, s/n lt O s 35 Asa Norte
Brasília, DF

Dados Divulgados por
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Tratamento de Câncer de Pele

Fornecido por: 

O carcinoma basocelular e o carcinoma epidermóide, também chamados de câncer de pele não melanoma, são os tipos de câncer de pele mais freqüentes (70% e 25%, respectivamente). Porém, apesar das altas taxas de incidência, o câncer de pele não melanoma apresenta altos índices de cura principalmente devido à facilidade do diagnóstico precoce.

Os carcinomas basocelular são originários da epiderme e dos apêndices cutâneos acima da camada basal, como os pelos, por exemplo. Já os carcinomas epidermóides têm origem no queratinócio da epiderme, podendo também surgir no epitélio escamoso das mucosas.

Indivíduos que trabalham com exposição direta ao sol são mais vulneráveis ao câncer de pele não melanoma. Esse tipo de câncer é mais comum em adultos com picos de incidência por volta dos 40 anos. Porém, com a constante exposição de jovens aos raios solares a média de idade dos pacientes vem diminuindo.

Pessoas de pele clara, que ficam vermelhas com a exposição ao sol, estão mais sujeitas às neoplasias. A maior incidência deste tipo de câncer de pele se dá na região da cabeça e do pescoço que são justamente os locais de exposição direta aos raios solares.

Epidemiologia

O câncer de pele não melanoma é o tipo de câncer mais freqüente na população brasileira. Segundo as Estimativas sobre Incidência e Mortalidade por Câncer do Instituto Nacional de Câncer (INCA), dos 305.330 novos casos previstos para o ano de 2001, o câncer de pele não melanoma será responsável pelo diagnóstico de 54.460 novos casos.

Porém, apesar da alta taxa de incidência, o câncer de pele não melanoma não consta como um dos dez tipos de câncer que mais matam. A facilidade do diagnóstico precoce é o principal fator que contribui para o baixo índice de mortalidade.

O carcinoma basocelular é o mais freqüente dos cânceres de pele, correspondendo a cerca de 75% dos cânceres não melanoma diagnosticados. Nos Estados Unidos, a média é de 191 pessoas diagnosticadas por cem mil pessoas brancas.

Fatores de Risco

A exposição excessiva ao sol é o principal fator de risco do câncer de pele. Pessoas que vivem em países tropicais como o Brasil e a Austrália, país com o maior registro de câncer de pele no mundo, estão mais expostos a esse tipo de doença.

Porém, doenças cutâneas prévias, fatores irritadiços crônicos (úlcera angiodérmica e cicatriz de queimadura) e exposição a fatores químicos como o arsênico, por exemplo, também podem levar ao diagnóstico de câncer de pele. Nestes casos, a doença costuma se manifestar muitos anos depois da exposição contínua aos fatores de risco.

Radiação

Estima-se que menos de 3% dos cânceres resultem da exposição às radiações ionizantes. Estudos feitos entre os sobreviventes da explosão das bombas atômicas e entre pacientes que se submeteram à radioterapia, mostraram que o risco de câncer aumenta em proporção direta à dose de radiação recebida, e que os teci...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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