Tratamento de Hipercalemia São Paulo, São Paulo

Encontre tratamento de hipercalemia em São Paulo. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Jose Roberto Araujo Lima
(11) 3846-7973
R. Barra do Peixe 18
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
George Stojkow
(11) 5096-0140
Rua Casa do Ator 764
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Hiran Rodrigues de Souza Junior
(11) 3348-4000
Av. Lins de Vasconcelos 356
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Carlos Eugenio Ventura Lopes
(11) 3707-1188
Rua Joaquim Floriano 72 - 15 Andar
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Aldemir Natucci Rizzo
(11) 3266-5819
Avenida Paulista 575 - Conjunto 507
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Haggeas Fernandes
(11) 9994-8978
Av Morumbi 627 - Quinto Andar
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Oduvaldo Goes
(11) 3069-7193
R.Dr.Ovídio Piresa de Campos 225 - Vigilância Sanitária
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Administração em Saúde

Dados Divulgados por
Luiz Eduardo Vitagliano
(11) 3505-2012
R. Maestro Cardim 769 - Bloco 2 Audit. Interna
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Administração em Saúde

Dados Divulgados por
Rafael Andrade Moscatiello
(11) 5532-1342
Av. dos Bandeirantes 3426 - Campo Belo
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Carlos Frederico Vergueiro
(11) 2333-9156
Av Abrahao Gonçalves Braga 412
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
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Tratamento de Hipercalemia

Fornecido por: 

Hipercalemia

DEFINIÇÃO

Concentração de Potássio sérico maior que 5.5 mmol/L (mEq/L). Uma concentração acima de 6.5 mmol/L (mEq/L) é considerada crítica.


CAUSAS TÓXICAS

Secundária à oferta excessiva de Potássio

  • Dose elevada de sais de Potássio de penicilina
  • Ingestão elevada de sais de Potássio

    Substitutivos do sal
    Comprimidos de Cloreto de Potássio de liberação lenta

  • Administração de Potássio endovenoso rápida ou excessiva

Secundária à deficiência da excreção renal de Potássio

  • Inibidores da enzima de conversão da Angiotensina (ECA)
  • Anti-inflamatórios não-esteróides
  • Diuréticos poupadores de Potássio

Secundária à troca de Potássio das células para o plasma

  • Inhibição da atividade da Na+/K+ ATPase

    Glicosídeos digitálicos
    Digoxina
    Digitoxina
    Oleander (Nerium oleander)

  • Extravazamento intracelular

    Arginina
    Sais de fluoreto
    Soluções hipertônicas

  • Succinilcolina (em pacientes com miopatia, queimaduras recentes, lesão de medula espinhal )
  • Rabdomiólise tóxica
  • Hemólise tóxica

Outras / Desconhecidas

  • Agonistas de alfa-adrenoreceptores
  • Agentes bloqueadores beta-adrenérgicos
  • Heparina

Nota: Hipercalemia grave raramente é uma complicação direta de intoxicação aguda. Geralmente se apresenta como secundária às complicações de intoxicações,  especialmente rabdomiólise, insuficiência renal aguda e acidose metabólica.


CAUSAS NÃO-TÓXICAS

  • Acidose
  • Insuficiência renal aguda
  • Síndrome de lise aguda de tumor após quimioterapia
  • Hipoaldosteronismo

    Primário (Doença de Addison)
    Secundário

  • Transfusão rápida de sangue estocado
  • Lesão tecidual (esmagamento, queimaduras, infecções)

DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

  • Pseudohipercalemia
  • Hemólise da amostra de sangue
  • Leucocitose
  • Aplicação prolongada e apertada de torniquete para coleta da amostra de sangue
  • Trombocitose


MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

As manifestações clínicas importantes de hipercalemia refletem a despolarização de membrana, com diminuição da velocidade de condução e repolarização de membrana mais rápida.

Os efeitos da hipercalemia no sistema de condução cardíaca inicialmente se refletem em alterações eletrocardiográfias, que incluem picos elevados de ondas T e depressão de segmento ST. Quando a condução se torna  mais retardada, ocorre o prolongamento do intervalo PR com diminuição da amplitude e desaparecimento da onda P e, alargamento do complexo QRS, com a junção do complexo QRS e a onda T. Pode evoluir para taquicardia ventricular, fibrilação ventricular ou assistolia.

Aspectos neuromusculares incluem fraqueza muscular, pode ocorrer uma paralisia flácida afetando as extremidades em casos graves, mas que raramente atinge os músculos respiratórios e de tronco....

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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