Tratamento de Hipermagnesemia Balneário Camboriú, Santa Catarina

Encontre tratamento de hipermagnesemia em Balneário Camboriú. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Daniela Longhi de Castro
(47) 3366-0334
Avenida Alvin Bauer 810 - 1° Andar
Balneario Camboriu, Santa Catarina
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Maria Emilia Coelho
3221-7500
Rua Menino Deus 376
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Jucilio de Albuquerque Fernandes
3223-1122
Rua Luiz Delfino 86
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Fabio Figueiredo Ribeiro
322-2800
Rua Prof Herminio Jacques 166
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Newton Dias de Vasconcellos Junior
3224-1616
Av Hercilio Luz 639 - 805
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Glauber Mathias
(47) 3349-3892
Rua Dr. Reinaldo Schmithausen 1178 (sl 11)
Itajai, Santa Catarina
Especialidade
Cirurgia Cranio-Maxilo-Facial

Dados Divulgados por
Walter Francisco da Silva Filho
3228-2880
Rua Silva Jardim 349
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Maria Beatriz Cacese Shiozawa
3224-1888
Rua Dom Jaime Camara 77 - 601
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Irene Vieira Souza
322-4188
Rua Dom Jaime Camara 77 - 601
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Claudio Bernardo H Pereira e Oliveira
322-3767
Av Rio Branco 380 - 602
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

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Tratamento de Hipermagnesemia

Fornecido por: 

Hipermagnesemia

DEFINIÇÃO

Concentração sérica de magnésio acima dos valores considerados normais (geralmente 0.8 a 1.2 mmol/L, 1.6 a 2.4 mEq/L, 2.0 a 2.6 mg/dL).


CAUSAS TÓXICAS

Estados de hipermagnesemia geralmente resultam da administração terapêutica excessiva de magnésio ou, pela utilização de doses convencionais na presença de função renal alterada.


CAUSAS NÃO TÓXICAS

  • Estágio final de doença renal
  • Rabdomiólise
  • Insuficiência adrenal
  • Hipercalcemia hipercalciúrica familiar benigna.


MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

Magnésio reduz a transmissão neuromuscular e age como depressor do sistema nervoso central. Náusea usualmente aparece com 3 - 5 mEq/L. Sedação, hipoventilação com acidose respiratória, diminuição dos reflexos tendinosos profundos e fraqueza muscular aparecem com 4 - 7 mEq/L. Hipotensão, bradicardia e vasodilatação difusa aparecem com 5 - 10 mEq/L. Paralisia respiratória ocorrre com 10 - 15 mEq/L.


DIAGNOSTICO DIFERENCIAL

  • Bradicardia devido a outras causas (antagonistas de beta-adrenoceptor, digoxina, infarto do miocárdio).
  • Alteração do nível de consciência devido a outras causas (overdose de fármacos).
  • Fraqueza muscular devido a outras causas (distrofias musculares).


INVESTIGAÇÕES RELEVANTES

Eletrólitos séricos, uréia, creatinina, glicemia e gasometria arterial são úteis para determinar o diagnóstico e avaliar a gravidade do caso. ECG pode ser necessário para avaliar disrritmias cardíacas.


TRATAMENTO

Tratamento da hipermagnesemia é primariamente direcionado para a remoção da fonte de magnésio e secundariamente para o aumento da remoção, se a concentração sérica encontrada pode resultar em risco de vida. Infusão de cálcio irá produzir uma redução do magnésio sérico rápida mas de curta duração, resultando sempre em dramática melhora das condições clínicas do paciente. Concentrações séricas elevadas de magnésio na presença de insuficiência renal podem requerer hemodiálise.


EVOLUÇÃO CLÍNICA E MONITORIZAÇÃO

Concentrações de Magnésio devem ser monitorizadas durante a intervenção terapêutica. Se a concentração não retornar a níveis considerados normais, correções posteriores podem ser necessárias. Balanço hidroeletrolítrico, avaliação cardíaca e balanço ácido-básico também devem ser monitorizados.


COMPLICAÇÕES TARDIAS

Nenhuma.


AUTORES / REVISORES

Autores: Tim Meredith and Yeong-Liang Lin, Center for Clinical Toxicology, Vanderbilt University Medical Center, USA.
Revisores: Rio de Janeiro, 5.9.97: J.N. Bernstein, E. Birtanov, R. Fernando, H. Hentschel, T.J. Meredith, Y. Ostapenko, P. Pelclova, C.P. Snook, J. Szajewski.
Tradutor: Dr Ligia Fruchtengarten, Março 99.

Fonte: IPCS INTOX

Obs.: O tratamento proposto é apenas para fins didáticos, não se automedique, a automedicação pode ser perigosa. Caso necessário ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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