Tratamento de Hipermagnesemia Parnaíba, Piauí

Encontre tratamento de hipermagnesemia em Parnaíba. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Benedita Andrade Leal de Abreu
R Desembargador Pires de Castro 489 - S
Teresina, Piauí
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Lucia Maria Machado Rego
863-2225
R Primeiro de Maio 1066
Teresina, Piauí
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Joaquim Vaz Parente - Clam
233-2721
Av Dom Severino 1410
Teresina, Piauí
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Ana Paula de Sousa Pereira
086 9947-8208
Rua Prof. alda Neiva 4781 Dirceu II
Teresina, Piauí
Especialidade
Fisioterapia

Multclinn Fonoaudiologia Psicologia
0(86) 3081 0567
rua bejamin constant 1367 centro
teresina, Piauí
Especialidade
fonoaudiologia e psicologia

Lucia Maria de Miranda Adad
(86) 221-8240
R Governador Raimundo Artur de Vasconcelos 616 - S
Teresina, Piauí
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Carla Soares Fortes
(86) 3221-6050
R Olavo Bilac 2300 - Ambulatorio H Sao Marcos
Teresina, Piauí
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Dr. Anatole Santos de Almeida Borges
(86) 8845-0070
Rua Magalhães Filho, 768. Centro/Sul. Teresina-PI
Teresina, Piauí
Especialidade
Reprodução Humana/ Ginecologia

Implantes Dentais / Odontologia / Teresina
(86) 3217-3215
Rua Pires de Castro 260 - Sala 203 - Ed. Dergin
Teresina, Piauí
Especialidade
Implantes Dentarios

Clínica Santo Antônio Ltda
(86) 322-3161
r Santo Antônio, 1051, Piauí
Parnaíba, Piauí
 
Dados Divulgados por

Tratamento de Hipermagnesemia

Fornecido por: 

Hipermagnesemia

DEFINIÇÃO

Concentração sérica de magnésio acima dos valores considerados normais (geralmente 0.8 a 1.2 mmol/L, 1.6 a 2.4 mEq/L, 2.0 a 2.6 mg/dL).


CAUSAS TÓXICAS

Estados de hipermagnesemia geralmente resultam da administração terapêutica excessiva de magnésio ou, pela utilização de doses convencionais na presença de função renal alterada.


CAUSAS NÃO TÓXICAS

  • Estágio final de doença renal
  • Rabdomiólise
  • Insuficiência adrenal
  • Hipercalcemia hipercalciúrica familiar benigna.


MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

Magnésio reduz a transmissão neuromuscular e age como depressor do sistema nervoso central. Náusea usualmente aparece com 3 - 5 mEq/L. Sedação, hipoventilação com acidose respiratória, diminuição dos reflexos tendinosos profundos e fraqueza muscular aparecem com 4 - 7 mEq/L. Hipotensão, bradicardia e vasodilatação difusa aparecem com 5 - 10 mEq/L. Paralisia respiratória ocorrre com 10 - 15 mEq/L.


DIAGNOSTICO DIFERENCIAL

  • Bradicardia devido a outras causas (antagonistas de beta-adrenoceptor, digoxina, infarto do miocárdio).
  • Alteração do nível de consciência devido a outras causas (overdose de fármacos).
  • Fraqueza muscular devido a outras causas (distrofias musculares).


INVESTIGAÇÕES RELEVANTES

Eletrólitos séricos, uréia, creatinina, glicemia e gasometria arterial são úteis para determinar o diagnóstico e avaliar a gravidade do caso. ECG pode ser necessário para avaliar disrritmias cardíacas.


TRATAMENTO

Tratamento da hipermagnesemia é primariamente direcionado para a remoção da fonte de magnésio e secundariamente para o aumento da remoção, se a concentração sérica encontrada pode resultar em risco de vida. Infusão de cálcio irá produzir uma redução do magnésio sérico rápida mas de curta duração, resultando sempre em dramática melhora das condições clínicas do paciente. Concentrações séricas elevadas de magnésio na presença de insuficiência renal podem requerer hemodiálise.


EVOLUÇÃO CLÍNICA E MONITORIZAÇÃO

Concentrações de Magnésio devem ser monitorizadas durante a intervenção terapêutica. Se a concentração não retornar a níveis considerados normais, correções posteriores podem ser necessárias. Balanço hidroeletrolítrico, avaliação cardíaca e balanço ácido-básico também devem ser monitorizados.


COMPLICAÇÕES TARDIAS

Nenhuma.


AUTORES / REVISORES

Autores: Tim Meredith and Yeong-Liang Lin, Center for Clinical Toxicology, Vanderbilt University Medical Center, USA.
Revisores: Rio de Janeiro, 5.9.97: J.N. Bernstein, E. Birtanov, R. Fernando, H. Hentschel, T.J. Meredith, Y. Ostapenko, P. Pelclova, C.P. Snook, J. Szajewski.
Tradutor: Dr Ligia Fruchtengarten, Março 99.

Fonte: IPCS INTOX

Obs.: O tratamento proposto é apenas para fins didáticos, não se automedique, a automedicação pode ser perigosa. Caso necessário ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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