Tratamento de Hipermagnesemia Porto Velho, Rondônia

Encontre tratamento de hipermagnesemia em Porto Velho. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Auriane Saldanha D. de Abreu
(69) 3229-0053
Rua Senador Alvaro Maia 1409
Porto Velho, Rondônia
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Clinica de Gastroenterologia Cirurgica Dr: Mizel de Melo Pinto
(69) 3229-4979
r Afonso Pena, 50, Sl 8, Centro
Porto Velho, Rondônia

Dados Divulgados por
Centro de Ortopedia Lima Ltda
(69) 3224-8235
r Júlio de Castilho, 149, Centro
Porto Velho, Rondônia

Dados Divulgados por
P S A Gondim
(69) 3221-1262
r Afonso Pena, 78, Sl 1, Centro
Porto Velho, Rondônia

Dados Divulgados por
Auriane Saldanha D. de Abreu
(69) 3229-0053
Rua Senador Alvaro Maia 1409
Porto Velho, Rondônia
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Joao Tarcisio M Spinelli
(69) 3221-9789
Quintino Bocaiuva 2132
Porto Velho, Rondônia
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Fisiopilates - Clinica de Fisioterapia e Reabilitacao Ltda Me
(69) 3229-5606
r Pio XII, 1139, A, Pedrinhas
Porto Velho, Rondônia

Dados Divulgados por
Instituto de Ortopedia e Traumatologia de Rondonia
(69) 3223-2055
r Paulo Leal, 381, Tr Hosp Prontocor, N S das Graças
Porto Velho, Rondônia

Dados Divulgados por
Joao Tarcisio M Spinelli
(69) 3221-9789
Quintino Bocaiuva 2132
Porto Velho, Rondônia
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Clinica Maio
(69) 3226-1670
r Mane Garrincha 2900
Porto Velho, Rondônia

Dados Divulgados por
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Tratamento de Hipermagnesemia

Fornecido por: 

Hipermagnesemia

DEFINIÇÃO

Concentração sérica de magnésio acima dos valores considerados normais (geralmente 0.8 a 1.2 mmol/L, 1.6 a 2.4 mEq/L, 2.0 a 2.6 mg/dL).


CAUSAS TÓXICAS

Estados de hipermagnesemia geralmente resultam da administração terapêutica excessiva de magnésio ou, pela utilização de doses convencionais na presença de função renal alterada.


CAUSAS NÃO TÓXICAS

  • Estágio final de doença renal
  • Rabdomiólise
  • Insuficiência adrenal
  • Hipercalcemia hipercalciúrica familiar benigna.


MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

Magnésio reduz a transmissão neuromuscular e age como depressor do sistema nervoso central. Náusea usualmente aparece com 3 - 5 mEq/L. Sedação, hipoventilação com acidose respiratória, diminuição dos reflexos tendinosos profundos e fraqueza muscular aparecem com 4 - 7 mEq/L. Hipotensão, bradicardia e vasodilatação difusa aparecem com 5 - 10 mEq/L. Paralisia respiratória ocorrre com 10 - 15 mEq/L.


DIAGNOSTICO DIFERENCIAL

  • Bradicardia devido a outras causas (antagonistas de beta-adrenoceptor, digoxina, infarto do miocárdio).
  • Alteração do nível de consciência devido a outras causas (overdose de fármacos).
  • Fraqueza muscular devido a outras causas (distrofias musculares).


INVESTIGAÇÕES RELEVANTES

Eletrólitos séricos, uréia, creatinina, glicemia e gasometria arterial são úteis para determinar o diagnóstico e avaliar a gravidade do caso. ECG pode ser necessário para avaliar disrritmias cardíacas.


TRATAMENTO

Tratamento da hipermagnesemia é primariamente direcionado para a remoção da fonte de magnésio e secundariamente para o aumento da remoção, se a concentração sérica encontrada pode resultar em risco de vida. Infusão de cálcio irá produzir uma redução do magnésio sérico rápida mas de curta duração, resultando sempre em dramática melhora das condições clínicas do paciente. Concentrações séricas elevadas de magnésio na presença de insuficiência renal podem requerer hemodiálise.


EVOLUÇÃO CLÍNICA E MONITORIZAÇÃO

Concentrações de Magnésio devem ser monitorizadas durante a intervenção terapêutica. Se a concentração não retornar a níveis considerados normais, correções posteriores podem ser necessárias. Balanço hidroeletrolítrico, avaliação cardíaca e balanço ácido-básico também devem ser monitorizados.


COMPLICAÇÕES TARDIAS

Nenhuma.


AUTORES / REVISORES

Autores: Tim Meredith and Yeong-Liang Lin, Center for Clinical Toxicology, Vanderbilt University Medical Center, USA.
Revisores: Rio de Janeiro, 5.9.97: J.N. Bernstein, E. Birtanov, R. Fernando, H. Hentschel, T.J. Meredith, Y. Ostapenko, P. Pelclova, C.P. Snook, J. Szajewski.
Tradutor: Dr Ligia Fruchtengarten, Março 99.

Fonte: IPCS INTOX

Obs.: O tratamento proposto é apenas para fins didáticos, não se automedique, a automedicação pode ser perigosa. Caso necessário ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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