Tratamento de Hipermagnesemia Toledo, Paraná

Encontre tratamento de hipermagnesemia em Toledo. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Renato da Silva Freitas
(41) 3335-7474
R. Solimões 1154 Merces
Curitiba, Paraná
Especialidade
Cirurgia Cranio-Maxilo-Facial

Dados Divulgados por
Claudio Tacashi Takada
(41) 9157-2909
Av: João Gualberto 1988
Curitiba, Paraná
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Iara Rute Correa Duarte
(45) 9933-0288
Rua das Palmas 188 - Jardim das Flores
Curitiba, Paraná
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Salmo Raskin
(41) 3306-6838
Rua Saldanha Marinho 1782
Curitiba, Paraná
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Alair Alfredo Berbert
(43) 3334-0606
Rua Amador Bueno 268
Londrina, Paraná
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Analisa Lab. de Anal. Clinicas
(41) 3015-1816
Rua Padre Ildefonso 58
Curitiba, Paraná
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Carlos Augusto Villegas Chirinos
(41) 3335-1216
Rua Jacarezinho 394 (Ao lado da Torre da Oi)
Curitiba, Paraná
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
Affonso Coelho
(41) 3222-4896
Av Marechal Floriano Peixoto 228 - Cj 604
Curitiba, Paraná
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Marco Cesar Palumbo Maggi
(44) 3622-4200
Rua Min. Oliveira Salazar 4253
Umuarama, Paraná
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Paulo Renato Calliari
(41) 3224-3346
R. Lourenço Pinto 196 - Cj 802
Curitiba, Paraná
Especialidade
Medicina de Tráfego

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Tratamento de Hipermagnesemia

Fornecido por: 

Hipermagnesemia

DEFINIÇÃO

Concentração sérica de magnésio acima dos valores considerados normais (geralmente 0.8 a 1.2 mmol/L, 1.6 a 2.4 mEq/L, 2.0 a 2.6 mg/dL).


CAUSAS TÓXICAS

Estados de hipermagnesemia geralmente resultam da administração terapêutica excessiva de magnésio ou, pela utilização de doses convencionais na presença de função renal alterada.


CAUSAS NÃO TÓXICAS

  • Estágio final de doença renal
  • Rabdomiólise
  • Insuficiência adrenal
  • Hipercalcemia hipercalciúrica familiar benigna.


MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

Magnésio reduz a transmissão neuromuscular e age como depressor do sistema nervoso central. Náusea usualmente aparece com 3 - 5 mEq/L. Sedação, hipoventilação com acidose respiratória, diminuição dos reflexos tendinosos profundos e fraqueza muscular aparecem com 4 - 7 mEq/L. Hipotensão, bradicardia e vasodilatação difusa aparecem com 5 - 10 mEq/L. Paralisia respiratória ocorrre com 10 - 15 mEq/L.


DIAGNOSTICO DIFERENCIAL

  • Bradicardia devido a outras causas (antagonistas de beta-adrenoceptor, digoxina, infarto do miocárdio).
  • Alteração do nível de consciência devido a outras causas (overdose de fármacos).
  • Fraqueza muscular devido a outras causas (distrofias musculares).


INVESTIGAÇÕES RELEVANTES

Eletrólitos séricos, uréia, creatinina, glicemia e gasometria arterial são úteis para determinar o diagnóstico e avaliar a gravidade do caso. ECG pode ser necessário para avaliar disrritmias cardíacas.


TRATAMENTO

Tratamento da hipermagnesemia é primariamente direcionado para a remoção da fonte de magnésio e secundariamente para o aumento da remoção, se a concentração sérica encontrada pode resultar em risco de vida. Infusão de cálcio irá produzir uma redução do magnésio sérico rápida mas de curta duração, resultando sempre em dramática melhora das condições clínicas do paciente. Concentrações séricas elevadas de magnésio na presença de insuficiência renal podem requerer hemodiálise.


EVOLUÇÃO CLÍNICA E MONITORIZAÇÃO

Concentrações de Magnésio devem ser monitorizadas durante a intervenção terapêutica. Se a concentração não retornar a níveis considerados normais, correções posteriores podem ser necessárias. Balanço hidroeletrolítrico, avaliação cardíaca e balanço ácido-básico também devem ser monitorizados.


COMPLICAÇÕES TARDIAS

Nenhuma.


AUTORES / REVISORES

Autores: Tim Meredith and Yeong-Liang Lin, Center for Clinical Toxicology, Vanderbilt University Medical Center, USA.
Revisores: Rio de Janeiro, 5.9.97: J.N. Bernstein, E. Birtanov, R. Fernando, H. Hentschel, T.J. Meredith, Y. Ostapenko, P. Pelclova, C.P. Snook, J. Szajewski.
Tradutor: Dr Ligia Fruchtengarten, Março 99.

Fonte: IPCS INTOX

Obs.: O tratamento proposto é apenas para fins didáticos, não se automedique, a automedicação pode ser perigosa. Caso necessário ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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