Tratamento de Hipocalcemia Muriaé, Minas Gerais

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Pedro Cavalcante Falcão Júnior
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Patologia

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Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

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Especialidade
Patologia

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Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

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LUCIANA MARQUES DA COSTA
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Rua São Paulo893 sala 706
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Foniatria

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(32) 3215-1515
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Juiz de Fora, Minas Gerais
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Medicina do Trabalho

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(31) 3482-8005
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Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

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Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

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Francisco Ricardo Gomes Bueno
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Patologia

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Especialidade
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Tratamento de Hipocalcemia

Fornecido por: 

Hipocalcemia

DEFINIÇÃO

Concentrações de Cálcio no sangue anormalmente baixas (Cálcio total < 2,20 mmol/L ou 8,8 mg/dL).

O Cálcio ionizado é um reflexo mais acurado do Cálcio no organismo, especialmente em pacientes com diminuição de albumina. O Cálcio ionizado normal varia de 1,12 a 1,23 mmol/L (2,24 a 2,46 meq/L ou 4,48 a 4,92 mg/dL).


CAUSAS TÓXICAS

  • Etilenoglicol
  • Fluoretos e fluorsilicatos
  • Acido fluorídrico (ingestão ou contato dérmico)
  • Acido oxálico e oxalatos
  • Enema fosfato
  • Acido valpróico


CAUSAS NÃO TÓXICAS

  • Hipoparatiroidismo
  • Má absorção
  • Pancreatite
  • Falência renal
  • Deficiência de Vitamina D


MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

Hipocalcemia grave pode aparecer uma hora após a ingestão aguda de ácido fluoridrico, fluoretos, fluorsilicatos ou ácido oxálico. Parestesias, tetania, e convulsões estão presentes frequentemente. O eletrocardiograma mostra intervalo QT alargado ou prolongado e ondas T grandes e pontiagudas.

Arritmias e parada cardíaca podem ocorrer.


DIAGNOSTICO DIFERENCIAL

  • Síndrome do QT prolongado congênito
  • Agentes antiarritmicos tipo Ia
  • Tétano
  • Hiperventilação
  • Estricnina
  • Convulsões


INVESTIGAÇÕES RELEVANTES

  • Cálcio total e ionizado no soro
  • Ionograma: concentração de Magnésio, Fosfato, Sódio e Potássio
  • Função renal (uréia e creatinina)
  • Gasometria
  • Eletrocardiograma (Intervalo QT e morfologia da onda T)
  • Considerar os níveis de amilase, ácido valpróico e etilenoglicol quando apropriados.


TRATAMENTO

Depois da ingestão aguda de ácido fluorídrico, fluoretos, fluorsilicatos ou ácido oxálico, devem ser administrados sais de Cálcio por via oral ou por tubo gástrico tão logo quanto possível. O Cálcio atua como um agente quelante no estômago. O Magnésio (como o Hidróxido de magnésio encontrado em preparações antiácidas líquidas) pode também ser útil no caso de ingestão de fluoretos.

Contaminação extensa da pele por ácido fluorídrico, fluoretos, fluosilicatos e ácido oxálico podem causar hipocalcemia grave e toxicidade sistêmica.

Em todos os pacientes com suspeita ou hipocalcemia confirmada, fazer monitorização cardíaca e administrar Gluconato de Cálcio intravenoso. A administração de doses suplementares de Sais de Cálcio depende da concentração de Cálcio no soro e ECG. O Cloreto de Cálcio pode também ser usado, mas contém aproximadamente três vezes a quantidade de Cálcio por ml.


EVOLUÇÃO CLÍNICA E MONITORIZAÇÃO

Parada cardíaca súbita pode ocorrer - providenciar acompanhamento eletrocardiográfico contínuo (intervalo QT, ondas T).

Concentrações de Cálcio e Cálcio ionizado no soro.

Muitas das causas da hipocalcemia pode também conduzir a hipercalemia severa - controlar o Potássio e eletrólitos no soro freqüentemente.


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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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