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Tratamento de Hipocalcemia Santa Bárbara d'Oeste, São Paulo

Encontre tratamento de hipocalcemia em Santa Bárbara d'Oeste. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Márcio Vargas de Figueiredo
(19) 3445-2483
Calçadão : Área de Lazer Maria Kuhl Tank 476 - Calçadão
Limeira, São Paulo
Vera Lucia Leite Bonfitto
Rua Tiradentes 848 - Ed. Tecnal
Piracicaba, São Paulo
Karen Martins Sola
(11) 2109-3791
Av. Nova Cantareira 3659
São Paulo, São Paulo
Marcos Tiago Cervi
(19) 3518-3000
Rua José Pires Neto 160
Campinas, São Paulo
Paulo Roberto Aben Athar Veiros
(11) 4025-0386
Rua Convenção 550 - Subsolo
Itu, São Paulo
Wilson Aoyama
(19) 3443-1919
Av. Antônio Ometto 347 - Vila Cláudia - Vila Crsitovam
Limeira, São Paulo
Sydney Ferreira de Moraes Rego Cia SC
(16) 3610-3040
Rua Americo Brasiliense 284 - 3 Andar
Ribeirao Preto, São Paulo
Claudio Hideyo Assato
19 3243-5667
Rua : frei Antonio de Padua 531 Guanabara
Campinas, São Paulo
Roberval de Campos
(19) 3755-8800
Benjamin Cosntant 1717
Campinas, São Paulo
Walther Dutra Cardoso
(16) 3371-6188
Rua Quinze de Novembro 1340 - Sala 1
Sao Carlos, São Paulo
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Tratamento de Hipocalcemia

Hipocalcemia

DEFINIÇÃO

Concentrações de Cálcio no sangue anormalmente baixas (Cálcio total < 2,20 mmol/L ou 8,8 mg/dL).

O Cálcio ionizado é um reflexo mais acurado do Cálcio no organismo, especialmente em pacientes com diminuição de albumina. O Cálcio ionizado normal varia de 1,12 a 1,23 mmol/L (2,24 a 2,46 meq/L ou 4,48 a 4,92 mg/dL).


CAUSAS TÓXICAS

  • Etilenoglicol
  • Fluoretos e fluorsilicatos
  • Acido fluorídrico (ingestão ou contato dérmico)
  • Acido oxálico e oxalatos
  • Enema fosfato
  • Acido valpróico


CAUSAS NÃO TÓXICAS

  • Hipoparatiroidismo
  • Má absorção
  • Pancreatite
  • Falência renal
  • Deficiência de Vitamina D


MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

Hipocalcemia grave pode aparecer uma hora após a ingestão aguda de ácido fluoridrico, fluoretos, fluorsilicatos ou ácido oxálico. Parestesias, tetania, e convulsões estão presentes frequentemente. O eletrocardiograma mostra intervalo QT alargado ou prolongado e ondas T grandes e pontiagudas.

Arritmias e parada cardíaca podem ocorrer.


DIAGNOSTICO DIFERENCIAL

  • Síndrome do QT prolongado congênito
  • Agentes antiarritmicos tipo Ia
  • Tétano
  • Hiperventilação
  • Estricnina
  • Convulsões


INVESTIGAÇÕES RELEVANTES

  • Cálcio total e ionizado no soro
  • Ionograma: concentração de Magnésio, Fosfato, Sódio e Potássio
  • Função renal (uréia e creatinina)
  • Gasometria
  • Eletrocardiograma (Intervalo QT e morfologia da onda T)
  • Considerar os níveis de amilase, ácido valpróico e etilenoglicol quando apropriados.


TRATAMENTO

Depois da ingestão aguda de ácido fluorídrico, fluoretos, fluorsilicatos ou ácido oxálico, devem ser administrados sais de Cálcio por via oral ou por tubo gástrico tão logo quanto possível. O Cálcio atua como um agente quelante no estômago. O Magnésio (como o Hidróxido de magnésio encontrado em preparações antiácidas líquidas) pode também ser útil no caso de ingestão de fluoretos.

Contaminação extensa da pele por ácido fluorídrico, fluoretos, fluosilicatos e ácido oxálico podem causar hipocalcemia grave e toxicidade sistêmica.

Em todos os pacientes com suspeita ou hipocalcemia confirmada, fazer monitorização cardíaca e administrar Gluconato de Cálcio intravenoso. A administração de doses suplementares de Sais de Cálcio depende da concentração de Cálcio no soro e ECG. O Cloreto de Cálcio pode também ser usado, mas contém aproximadamente três vezes a quantidade de Cálcio por ml.


EVOLUÇÃO CLÍNICA E MONITORIZAÇÃO

Parada cardíaca súbita pode ocorrer - providenciar acompanhamento eletrocardiográfico contínuo (intervalo QT, ondas T).

Concentrações de Cálcio e Cálcio ionizado no soro.

Muitas das causas da hipocalcemia pode também conduzir a hipercalemia severa - controlar o Potássio e eletrólitos no soro freqüentemente.


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