Tratamento de Hipocalemia Caxias do Sul, Rio Grande do Sul

Encontre tratamento de hipocalcemia em Caxias do Sul. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Alvaro Jose Castilhos
(54) 221-4398
Garibaldi 789
Caxias Do Sul, Rio Grande do Sul
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Gislaine Astir Lunardi Flores
(51) 3012-1739
General Neto 143
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Elizabeth Lemos Silveira
(51) 3222-7139
Rua Dona Laura 45 - 204
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Carlos Roberto R. Vargas e Cia
(53) 3231-3500
Marechal Floriano Peixoto 508
Rio Grande, Rio Grande do Sul
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Alvaro Jose Castilhos
(54) 221-4398
Garibaldi 789
Caxias Do Sul, Rio Grande do Sul
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Gisele Finkler da Fonseca
(51) 3231-0688
Rua Grao Para 36
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Marilene Lucas Oliveira Bicca
(53) 3222-7398
Rua Anchieta 2396
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Maria Cristina G Barbosa e Silva
(53) 3273-5103
Rua Senador Mendonça 301 - 403
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Adilson Jair Bellan
(51) 9655-4559
Rua Itaqui 174
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
GISLAINE ROCHA DE QUADROS
(51) 8171-2976
Consultório de Fonoaudiologia em Canoas
Canoas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Foniatria

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Tratamento de Hipocalemia

Fornecido por: 

Hipocalemia

DEFINIÇÃO

Concentração de Potássio sérico menor que 3.5 mmol/L (mEq/L). Uma concentração de Potássio sérico menor que 2 mmol/L é considerada como hipocalemia grave.


CAUSAS TÓXICAS

A hipocalemia nas intoxicações agudas pode ser consequente de um dos seguintes mecanismos:

Secundária à transferência do Potássio do espaço extracelular para o intracelular:

  • Bloqueio competitivo dos canais de  K+

    Bário
    Cloroquina

  • Aumento da atividade da Na+/K+ ATPase

    Beta 2 agonistas (albuterol/salbutamol, terbutalina, epinefrina)
    Cafeína
    Insulina
    Teofilina

  • Alcalose metabólica tóxica ou alcalose respiratória

Secundária au aumento das perdas renais de Potássio

  • Administração crônica de glicocorticóides
  • Abuso crônico de tolueno
  • Carbenoxolona
  • Perda de Potássio devido a diuréticos 

Secundária au aumento das perdas gastrintestinais de Potássio

  • Qualquer intoxicação aguda associada com vômitos ou diarréia protraídos.

Secundária au aumento das perdas de Potássio pela sudorese

  • Síndrome colinérgica com sudorese intensa


CAUSAS NÃO-TÓXICAS

Secundária à transferência do Potássio do espaço extracelular para o intracelular:

  • Insulinoma
  • Alcalose metabólica ou respiratória
  • Nutrição parenteral total

Secundária ao aumento das perdas gastrintestinais de Potássio

  • Anorexia nervosa/bulimia
  • Diarréia
  • Aspiração prolongada de secreção gástrica
  • Megacolon tóxico
  • Adenoma de colon
  • Vômitos protraídos
  • Síndrome de Zollinger-Ellison

Secundária au aumento das perdas renais de Potássio

  • Síndrome de Cushing
  • Hiperaldosteronismo primário ou secundário
  • Fluxo urinário aumentado (diurese posobstrutiva, grandes infusões EV)
  • Deficiência de Magnésio
  • Acidose tubular renal

Quantidade inadequada de Potássio na dieta

  • Alcoolismo
  • Anorexia nervosa
  • Infusão endovenosa de fuidos sem Potássio
  • Desnutrição


MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

Nas concentrações séricas de Potássio entre 2.5 e 3.5 mmol/L, o paciente pode estar assintomático ou apresentar sintomas leves, incluindo fraqueza e fadiga  muscular. Quando o Potássio sérico cai abaixo de 2.5 mmol/L, as manifestações clínicas podem progredir para fraqueza muscular grave, íleo paralítico, paralisia respiratória e arritmias atriais e ventriculares. O paciente com hipocalemia grave tem risco de morte súbita por parada respiratória ou cardíaca (taquicardia ventricular).

A hipocalemia altera o potencial de repouso da membrana e lentifica a repolarização. Estas alterações se refletem no eletrocardiograma pela depressão do segmento ST, achatamento da onda T e elevação da onda U (raramente). A ausência de onda T visível e a presença da onda U podem parecer como um prolongamento de QT.

...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Termos e Condições | Política de Privacidade
Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
Obs.: Se seu nome aparece no nosso cadastro e deseja que o tiremos, favor entrar em contato com support@nsphere.net