Tratamento de Hipotermia São Paulo, São Paulo

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Clarissa Peric de Freitas
(11) 5084-7432
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Luciana Campos Nascimento
(11) 9114-6454
Rua Dr. Veiga Filho 351 - Cj. 181
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina Legal

Dados Divulgados por
Vanderley Alfredo Madeira da Fonseca
(11) 5542-9244
Jacucaim 104
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Jose Roberto Araujo Lima
(11) 3846-7973
R. Barra do Peixe 18
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Ana Cecilia Paiva Barreto da Rocha Calfat
(11) 3714-9418
Rua Gaston Elie Pouget 23 - Casa
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Marcio Henrique de Oliveira Mattos
(11) 3965-2783
R Luis Vasconcelos 35
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Ivan Fernandes da Silva
(11) 3283-5233
Paulista 509 - Cj. 1107
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Sandra Podóloga
(11) 7830-5454
Atendimento Delivery
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
Terry Rocha de Medeiros
5052-1087
Avenida República do Líbano 2123
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
Ricardo Manoel de Oliveira
(11) 3065-0800
Av. Brasil 1150
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

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Tratamento de Hipotermia

Fornecido por: 

Hipotermia

DEFINIÇÃO

Definições variam, mas consideram geralmente como uma diminuição da temperatura corporal abaixo de 35°C (95°F). Pode ser leve (32 a 35°C), moderada (27 a 32°C), grave (20 a 27°C) ou profunda (< 20°C).


CAUSAS TÓXICAS

  • Alcoois
  • Opióides
  • Sedativos
  • Alfa-bloqueadores
  • Agentes hipoglicemiantes
  • Nafazolina
  • Fenotiazínicos


CAUSAS NÃO TÓXICAS

  • Ambientais
  • Lesão de sistema nervoso
  • Sepsis


MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

Sinais e sintomas dependem do grau de hipotermia. Depressão progressiva de SNC é observada com a diminuição da temperatura corporal. O diagnóstico é feito através da medida de temperatura corporal abaixo de 35°C (utilizando termômetro para baixas temperaturas ou sensor térmico). Letargia geralmente ocorre com temperaturas abaixo de 32°C, e ausência de resposta aos estímulos verbais em temperaturas abaixo de 27°C.

Na hipotermia leve para moderada, taquicardia, hiperventilação e tremores são observados. Mas com temperaturas abaixo de 27°C, estas respostas termorregulatórias são perdidas, os tremores cessam e progressiva bradicardia e hipoventilação são observadas.

Na hipotermia profunda (abaixo de 20°C), o paciente pode parecer aparentemente morto. Na hipotermia grave, o miocárdio é mais sensível e predisposto à fibrilação. Gasometria arterial é de difícil interpretação, mesmo quando corrigida pela temperatura. São também observadas anormalidades de ECG ( depressão da condução miocárdica, ondas de Osborne, alterações de segmento ST e onda T), bradicardia, hipotensão e hipovolemia relativa.


INVESTIGAÇÕES RELEVANTES

  • Eletrocardiograma
  • Gasometria arterial
  • Eletrólitos séricos, creatinina sérica, uréia sérica, glicemia, atividade da creatina fosfoquinase (CPK) e provas de função hepática
  • Raio X de tórax
  • Investigação toxicológica


TRATAMENTO

Tratamento sintomático e de suporte. Fluidos administrados endovenosamente podem ser aquecidos até 40 y 42°C.

Em casos leves e moderados, aquecimento passivo externo é suficiente (uso de cobertores em temperatura ambiente).

Aquecimento central ativo é geralmente reservado para pacientes com hipotermia grave, não responsivos ao aquecimento passivo externo e / ou com alterações do ritmo cardíaco (taquicardia ou fibrilação ventricular, assistolia). Pode ser atingido através da administração de oxigênio aquecido e umidificado; lavagem gástrica com fluidos quentes; diálise peritonial com fluidos aquecidos; reaquecimento extracorpóreo (hemodiálise, bypass cardiopulmonar ou femural-femural).

Critérios para morte cerebral não são aplicáveis para pacientes hipotérmicos e, se necessário, ressuscitação cardíaca deve ser mantida até que o paciente esteja aquecido. Tratamento usual para fibrilação ventricular é geralmente ineficaz até correção da hipotermia.

MONITORIZAÇÃO...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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