Tratamento de Síndrome Neuroléptica Maligna Cabo Frio, Rio de Janeiro

Encontre tratamento de síndrome neuroléptica maligna em Cabo Frio. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Francisco Eduardo Sampaio Fagundes
(21) 2286-4242
Rua General Polidoro 192
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Jose Antonio Abi Ramia
(21) 2189-9191
Rua Domingues de Sa 410 - Hospital
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Dailton Medeiros
(21) 2527-5500
R. Voluntarios da Patria 190 - 513
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Larissa Correa Prieto
Est. Francisco da Cruz Nunes 5803
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Fernando Mauro Junqueira Bastos
(21) 2256-3618
Rua Tonelero 59 - 101
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Silvia Waymberg
2284-9739
R. Gal. Roca 440 - 108
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Sonia Cristina Moreira Borges
(21) 2610-0674
Rua Gavião Peixoto 148 - Sala 601
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Euzelia Mamede Silveira
(21) 2549-8282
Avenida Nossa Senhora de Copacabana 427 - Sala 1205
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Leonardo Justin Carap
(21) 2719-9585
Rua Dr. Borman 23 - 1202
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Preventiva e Social

Dados Divulgados por
Fausto Jose Santos Soares
Rua Miguel de Frias 88 - 1204
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Patologia

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Tratamento de Síndrome Neuroléptica Maligna

Fornecido por: 

Reação idiossincrática com risco de vida, caracterizada por rigidez muscular e hipertermia, está relacionada com a depleção aguda de dopaminas, tanto pelo uso de drogas neurolépticas, ou de antagonistas da dopamina ou pela abstinência de agonistas da dopamina.


CAUSAS TÓXICAS

Exposição a doses terapêuticas de drogas neurolépticas potentes (haloperidol, flufenazina) ou suspensão repentina de agonistas de dopamina como a amantidina. Os fatores de risco descritos incluem a desidratação e o uso simultâneo de lítio e antidepressivos tricíclicos.


MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

Extrema hiperpirexia, rigidez muscular, disfunção autonômica (taquicardia, pressão sanguínea elevada ou flutuante), sudorese, taquipnéa, insuficiência respiratória,  estado mental alterado (confusão, delírio, estupor e coma), sinais extrapiramidais (hipertonia, roda dentada). Insuficiência renal aguda mioglobinúrica pode ocorrer. A condição pode ser fatal em até 12% dos casos.


DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

  • Intoxicações por anticolinérgicos
  • Catatonia
  • Infecção de SNC
  • Lesões de SNC
  • Abstinência de drogas sedativo-hipnóticas e etanol
  • Sintomas extrapiramidais como febre
  • Insolação
  • Hipertermia maligna
  • Febre do fumo metálico
  • Desordens psiquiátricas
  • Septicemia
  • Envenenamento por estricnina
  • Distúrbios da tireóide
  • Tétano
  • Tetania


INVESTIGAÇÕES RELEVANTES

Os testes de laboratorias são geralmente inespecíficos, mas podem ser usados no diagnóstico diferencial.

  • Gasometria - a acidose metabólica está geralmente presente
  • Atividade de Creatinino-fosfoquinase - geralmente elevada; elevação intensa pode indicar um sério risco de insuficiência renal aguda
  • TC de cabeça para excluir lesões de SNC
  • Eletrólitos - hipercalemia, hiper ou hiponatremia, hipocalcemia
  • Testes de função hepática não são característicos, mas podem estar elevados
  • Liquor para excluir infecção de SNC
  • Função Renal - uréia, creatinina
  • Controle de temperatura para excluir infecções
  • Análise urinária  - mioglobinúria pode estar presente
  • Leucograma - leucocitose pode estar presente (entre 12.000 e 30.000/mm3, com ou sem desvio para esquerda)


TRATAMENTO

1.      Fluidos intravenosos devem ser administrados rapidamente para expandir o volume intravascular, que está diminuído em decorrência da desidratação, febre, calafrios, tremores e vasodilatação. Soluções cristalóides são preferíveis.

2.      Medidas de resfriamento devem ser instituídas imediatamente para controlar a hipertermia.

3.      Relaxantes musculares devem ser administrados quando a hipertonia estiver presente.

4.      Agonistas dopaminérgicos, como a bromocriptina, pode ser administrada oralmente ou por sonda...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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