Tratamento de Síndrome Neuroléptica Maligna Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Encontre tratamento de síndrome neuroléptica maligna em Campo Grande. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Lucia Maia Peron
(67) 3325-4041
R Rua da Paz 561 - Sala 04
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Celso Tabosa, Dr./Ultra-Sonografia Monte Líbano
(67) 3027-6137
r 7 Setembro, 1150 Centro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
CFIPS
(67) 3321-6760
r Bahia, 812 Jardim dos Estados
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Centro Médico
(67) 3321-2988
r 15 de Novembro, 1017 Centro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Centro Clínico Saúde Integrada
(67) 3321-2600
r 26 Agosto, 2070 Amambaí
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Mais Campo Grande Ms
(67) 3322-2100
Pedro Celestino 2670
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Centro Medico Jorge Abri
(67) 3321-8921
r Antônio Maria Coelho, 2912 Vila da Saúde
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Clínica Bittencourt
(67) 3324-2211
r 7 de Setembro, 2500 Vila XV de Novembro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Clínica Alvorecer
(67) 3326-1461
r Goiás, 1210 Vila Paraíso
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Angiomed Serviços Médicos e Laboratoriais Ltda
(79) 3211-3134
r João Calanzas,Ver, 93, Centro
Aracaju, Sergipe

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Tratamento de Síndrome Neuroléptica Maligna

Fornecido por: 

Reação idiossincrática com risco de vida, caracterizada por rigidez muscular e hipertermia, está relacionada com a depleção aguda de dopaminas, tanto pelo uso de drogas neurolépticas, ou de antagonistas da dopamina ou pela abstinência de agonistas da dopamina.


CAUSAS TÓXICAS

Exposição a doses terapêuticas de drogas neurolépticas potentes (haloperidol, flufenazina) ou suspensão repentina de agonistas de dopamina como a amantidina. Os fatores de risco descritos incluem a desidratação e o uso simultâneo de lítio e antidepressivos tricíclicos.


MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

Extrema hiperpirexia, rigidez muscular, disfunção autonômica (taquicardia, pressão sanguínea elevada ou flutuante), sudorese, taquipnéa, insuficiência respiratória,  estado mental alterado (confusão, delírio, estupor e coma), sinais extrapiramidais (hipertonia, roda dentada). Insuficiência renal aguda mioglobinúrica pode ocorrer. A condição pode ser fatal em até 12% dos casos.


DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

  • Intoxicações por anticolinérgicos
  • Catatonia
  • Infecção de SNC
  • Lesões de SNC
  • Abstinência de drogas sedativo-hipnóticas e etanol
  • Sintomas extrapiramidais como febre
  • Insolação
  • Hipertermia maligna
  • Febre do fumo metálico
  • Desordens psiquiátricas
  • Septicemia
  • Envenenamento por estricnina
  • Distúrbios da tireóide
  • Tétano
  • Tetania


INVESTIGAÇÕES RELEVANTES

Os testes de laboratorias são geralmente inespecíficos, mas podem ser usados no diagnóstico diferencial.

  • Gasometria - a acidose metabólica está geralmente presente
  • Atividade de Creatinino-fosfoquinase - geralmente elevada; elevação intensa pode indicar um sério risco de insuficiência renal aguda
  • TC de cabeça para excluir lesões de SNC
  • Eletrólitos - hipercalemia, hiper ou hiponatremia, hipocalcemia
  • Testes de função hepática não são característicos, mas podem estar elevados
  • Liquor para excluir infecção de SNC
  • Função Renal - uréia, creatinina
  • Controle de temperatura para excluir infecções
  • Análise urinária  - mioglobinúria pode estar presente
  • Leucograma - leucocitose pode estar presente (entre 12.000 e 30.000/mm3, com ou sem desvio para esquerda)


TRATAMENTO

1.      Fluidos intravenosos devem ser administrados rapidamente para expandir o volume intravascular, que está diminuído em decorrência da desidratação, febre, calafrios, tremores e vasodilatação. Soluções cristalóides são preferíveis.

2.      Medidas de resfriamento devem ser instituídas imediatamente para controlar a hipertermia.

3.      Relaxantes musculares devem ser administrados quando a hipertonia estiver presente.

4.      Agonistas dopaminérgicos, como a bromocriptina, pode ser administrada oralmente ou por sonda...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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