Tratamento de Síndrome Neuroléptica Maligna Mossoró, Rio Grande do Norte

Encontre tratamento de síndrome neuroléptica maligna em Mossoró. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Leonardo Davinci Lima Nogueira
(84) 3317-6212
R. Dionisio Filgueira 117 - (Cl Ginecologi
Mossoró, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Lucia Amorim M.de Souza
(84) 3231-9106
Av. Romualdo Galvao 1703
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Maria Elaine F. de Farias
(84) 3211-9333
Av. Campos Sales 782
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Maria das Gracas Moraes de Araujo Souza
(84) 3211-1144
Av Prudente de Morais 56
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Fernando Gabriel Fernandes de Negreiros Me
Avenida Rodrigues Alves 791
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Edilza Maria Andrade Dassuncao
(84) 3231-9106
Av. Romualdo Galvao 1703
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Wilna Krepke Leiros Dias
(84) 3211-4393
Rua Mipibu 657
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Natal Hospital Center
(84) 4009-1000
Afonso Pena 754
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Luiz Viana Gomes
(84) 3220-6317
Rua Mipibu 511
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Leonardo Davinci Lima Nogueira
(84) 3317-6212
R. Dionisio Filgueira 117 - (Cl Ginecologi
Mossoró, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia

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Tratamento de Síndrome Neuroléptica Maligna

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Reação idiossincrática com risco de vida, caracterizada por rigidez muscular e hipertermia, está relacionada com a depleção aguda de dopaminas, tanto pelo uso de drogas neurolépticas, ou de antagonistas da dopamina ou pela abstinência de agonistas da dopamina.


CAUSAS TÓXICAS

Exposição a doses terapêuticas de drogas neurolépticas potentes (haloperidol, flufenazina) ou suspensão repentina de agonistas de dopamina como a amantidina. Os fatores de risco descritos incluem a desidratação e o uso simultâneo de lítio e antidepressivos tricíclicos.


MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

Extrema hiperpirexia, rigidez muscular, disfunção autonômica (taquicardia, pressão sanguínea elevada ou flutuante), sudorese, taquipnéa, insuficiência respiratória,  estado mental alterado (confusão, delírio, estupor e coma), sinais extrapiramidais (hipertonia, roda dentada). Insuficiência renal aguda mioglobinúrica pode ocorrer. A condição pode ser fatal em até 12% dos casos.


DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

  • Intoxicações por anticolinérgicos
  • Catatonia
  • Infecção de SNC
  • Lesões de SNC
  • Abstinência de drogas sedativo-hipnóticas e etanol
  • Sintomas extrapiramidais como febre
  • Insolação
  • Hipertermia maligna
  • Febre do fumo metálico
  • Desordens psiquiátricas
  • Septicemia
  • Envenenamento por estricnina
  • Distúrbios da tireóide
  • Tétano
  • Tetania


INVESTIGAÇÕES RELEVANTES

Os testes de laboratorias são geralmente inespecíficos, mas podem ser usados no diagnóstico diferencial.

  • Gasometria - a acidose metabólica está geralmente presente
  • Atividade de Creatinino-fosfoquinase - geralmente elevada; elevação intensa pode indicar um sério risco de insuficiência renal aguda
  • TC de cabeça para excluir lesões de SNC
  • Eletrólitos - hipercalemia, hiper ou hiponatremia, hipocalcemia
  • Testes de função hepática não são característicos, mas podem estar elevados
  • Liquor para excluir infecção de SNC
  • Função Renal - uréia, creatinina
  • Controle de temperatura para excluir infecções
  • Análise urinária  - mioglobinúria pode estar presente
  • Leucograma - leucocitose pode estar presente (entre 12.000 e 30.000/mm3, com ou sem desvio para esquerda)


TRATAMENTO

1.      Fluidos intravenosos devem ser administrados rapidamente para expandir o volume intravascular, que está diminuído em decorrência da desidratação, febre, calafrios, tremores e vasodilatação. Soluções cristalóides são preferíveis.

2.      Medidas de resfriamento devem ser instituídas imediatamente para controlar a hipertermia.

3.      Relaxantes musculares devem ser administrados quando a hipertonia estiver presente.

4.      Agonistas dopaminérgicos, como a bromocriptina, pode ser administrada oralmente ou por sonda...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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