Tratamento de Síndrome Neuroléptica Maligna Porto Velho, Rondônia

Encontre tratamento de síndrome neuroléptica maligna em Porto Velho. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Joao Tarcisio M Spinelli
(69) 3221-9789
Quintino Bocaiuva 2132
Porto Velho, Rondônia
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Clinica de Gastroenterologia Cirurgica Dr: Mizel de Melo Pinto
(69) 3229-4979
r Afonso Pena, 50, Sl 8, Centro
Porto Velho, Rondônia

Dados Divulgados por
Centro de Ortopedia Lima Ltda
(69) 3224-8235
r Júlio de Castilho, 149, Centro
Porto Velho, Rondônia

Dados Divulgados por
P S A Gondim
(69) 3221-1262
r Afonso Pena, 78, Sl 1, Centro
Porto Velho, Rondônia

Dados Divulgados por
Auriane Saldanha D. de Abreu
(69) 3229-0053
Rua Senador Alvaro Maia 1409
Porto Velho, Rondônia
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Auriane Saldanha D. de Abreu
(69) 3229-0053
Rua Senador Alvaro Maia 1409
Porto Velho, Rondônia
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Fisiopilates - Clinica de Fisioterapia e Reabilitacao Ltda Me
(69) 3229-5606
r Pio XII, 1139, A, Pedrinhas
Porto Velho, Rondônia

Dados Divulgados por
Instituto de Ortopedia e Traumatologia de Rondonia
(69) 3223-2055
r Paulo Leal, 381, Tr Hosp Prontocor, N S das Graças
Porto Velho, Rondônia

Dados Divulgados por
Joao Tarcisio M Spinelli
(69) 3221-9789
Quintino Bocaiuva 2132
Porto Velho, Rondônia
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Leandro Debs Procopio
(69) 3026-6002
Av Carlos Gomes 2746
Porto Velho, Rondônia
 
Dados Divulgados por

Tratamento de Síndrome Neuroléptica Maligna

Fornecido por: 

Reação idiossincrática com risco de vida, caracterizada por rigidez muscular e hipertermia, está relacionada com a depleção aguda de dopaminas, tanto pelo uso de drogas neurolépticas, ou de antagonistas da dopamina ou pela abstinência de agonistas da dopamina.


CAUSAS TÓXICAS

Exposição a doses terapêuticas de drogas neurolépticas potentes (haloperidol, flufenazina) ou suspensão repentina de agonistas de dopamina como a amantidina. Os fatores de risco descritos incluem a desidratação e o uso simultâneo de lítio e antidepressivos tricíclicos.


MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

Extrema hiperpirexia, rigidez muscular, disfunção autonômica (taquicardia, pressão sanguínea elevada ou flutuante), sudorese, taquipnéa, insuficiência respiratória,  estado mental alterado (confusão, delírio, estupor e coma), sinais extrapiramidais (hipertonia, roda dentada). Insuficiência renal aguda mioglobinúrica pode ocorrer. A condição pode ser fatal em até 12% dos casos.


DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

  • Intoxicações por anticolinérgicos
  • Catatonia
  • Infecção de SNC
  • Lesões de SNC
  • Abstinência de drogas sedativo-hipnóticas e etanol
  • Sintomas extrapiramidais como febre
  • Insolação
  • Hipertermia maligna
  • Febre do fumo metálico
  • Desordens psiquiátricas
  • Septicemia
  • Envenenamento por estricnina
  • Distúrbios da tireóide
  • Tétano
  • Tetania


INVESTIGAÇÕES RELEVANTES

Os testes de laboratorias são geralmente inespecíficos, mas podem ser usados no diagnóstico diferencial.

  • Gasometria - a acidose metabólica está geralmente presente
  • Atividade de Creatinino-fosfoquinase - geralmente elevada; elevação intensa pode indicar um sério risco de insuficiência renal aguda
  • TC de cabeça para excluir lesões de SNC
  • Eletrólitos - hipercalemia, hiper ou hiponatremia, hipocalcemia
  • Testes de função hepática não são característicos, mas podem estar elevados
  • Liquor para excluir infecção de SNC
  • Função Renal - uréia, creatinina
  • Controle de temperatura para excluir infecções
  • Análise urinária  - mioglobinúria pode estar presente
  • Leucograma - leucocitose pode estar presente (entre 12.000 e 30.000/mm3, com ou sem desvio para esquerda)


TRATAMENTO

1.      Fluidos intravenosos devem ser administrados rapidamente para expandir o volume intravascular, que está diminuído em decorrência da desidratação, febre, calafrios, tremores e vasodilatação. Soluções cristalóides são preferíveis.

2.      Medidas de resfriamento devem ser instituídas imediatamente para controlar a hipertermia.

3.      Relaxantes musculares devem ser administrados quando a hipertonia estiver presente.

4.      Agonistas dopaminérgicos, como a bromocriptina, pode ser administrada oralmente ou por sonda...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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