Tratamento de Tabagismo Macapá, Amapá

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Creche Menino Trab
(51) 751-6146
r Geraneos, 48
Encantado, Rio Grande do Sul
 
Terezinha MA R Campos
(323) 214-7794
r Bahia, 80, Grama
Juiz de Fora, Minas Gerais
 
Garatuja Recreação Infantil S/C Ltda
(114) 229-9603
av Augusto de Toledo,Dr, 1077, Sta Paula
São Caetano do Sul, São Paulo
 
Inst Crescer
(313) 424-4250
r Pe F Silva, 324
Belo Horizonte, Minas Gerais
 
Castelinho Hotel Escola
(343) 214-6328
r Melo Viana, 74, Martins
Uberlândia, Minas Gerais
 
Pré Escola Recanto do Futuro
(41) 329-5368
r João Bettega, 1200, Portão
Curitiba, Paraná
 
Empatec Tecnologia Hídrica
(115) 547-0638
R Nova Fátima, 9, JD Juá
São Paulo, São Paulo
 
Creche Comunitária Vovó Adelina
(343) 313-1008
r Otávio Barbosa, 201, Núcleo Habitacional Silverio Cartafina
Uberaba, Minas Gerais
 
Escola El Shaday
(43) 524-3317
r Quinze de Fevereiro, 239, Cornélio Procópio
Cornelio Procopio, Paraná
 
Inst Pedagógico Peniel
(313) 361-3090
av M Gloria, 406
Contagem, Minas Gerais
 

Tratamento de Tabagismo

Fornecido por: 

Romper barreiras entre diferentes áreas do conhecimento para pesquisar crenças e valores associados ao início do uso do tabaco pelos adolescentes, colaborando, deste modo, com a prevenção ao fumo. Esse foi o objetivo da dissertação de mestrado "Tabagismo: uma busca da subjetividade no uso da droga permitida", feita por Renata Carone Sborgia, pesquisadora da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP/USP).

Renata defende a necessidade de uma abordagem interdisciplinar, associando conhecimentos de saúde, psicologia, direito e educação, para a compreensão dessas crenças e valores, responsáveis por levar os jovens a fumar. "Do ponto de vista jurídico, a compreensão dos aspectos subjetivos poderá adquirir um grande valor instrumental na elaboração, aplicação e interpretação das leis relacionadas ao controle do tabagismo", defende a pesquisadora. Ela também acredita nos benefícios desse tipo de abordagem para a área educacional.

Formada em Direito e Letras, Renata leciona para pessoas de várias idades. O interesse pelo tema surgiu ao observar seus alunos começando a fumar cada vez mais cedo, por motivos não muito claros. "Ainda não havia um trabalho que definisse critérios, identificasse e compreendesse as motivações que levam ao consumo do cigarro" conta. Nas entrevistas, realizadas com 65 adolescentes fumantes de um colégio particular de Ribeirão, chamou a atenção os efeitos da propaganda: "vimos que os jovens tendem a acreditar que a mídia não influencia as pessoas a fumar e que fumar não mata, mas acreditam que ver as pessoas fumando pode induzi-los a fumar".
  
Entrevistando os jovens

Seguindo uma proposta de seu orientador, Marco Antonio de Castro Figueiredo, professor do Departamento Psicologia da FFCLRP, Renata desenvolveu sua pesquisa em duas etapas. Na primeira, foram efetuadas entrevistas semi-estruturadas com 12 adolescentes fumantes. Nessa fase, conta Renata, "o jovem teve um período para pensar sobre o hábito de fumar em si e o uso do tabaco entre os adolescentes, seguido de um tempo para que escrevesse suas respostas no papel, antes da entrevista propriamente dita, individual e gravada em fita k7. São os procedimentos de evocação, enunciação e averiguação".

As respostas encontradas nas entrevistas foram sintetizadas e classificadas, de modo que o questionário resultante tivesse 13 locuções, classificadas em cinco categorias (propaganda, auto-afirmação, efeitos biológicos, resposta social e resposta psicológica). Estes questionários foram aplicados, na segunda etapa da pesquisa, entre os 65 alunos escolhidos no colégio.

Cada locução do questionário apresentava alternativas de resposta relacionadas a uma escala numérica, com a qual foi possível estabelecer como cada jovem entendia os valores e as atitudes em relação às frases apresentadas.  "Os conteúdos expressos nas respostas para as locuções eram ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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