Tratamento de Tabagismo Porto Alegre, Rio Grande do Sul

Encontre tratamento de tabagismo em Porto Alegre. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Associação de Apoio a Pessoas com Câncer
(51) 3014-9500
Rua Carlos Von Koseritz, 979
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
 
ABRACC - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AJUDA À CRIANÇA COM CÂNCER
(51) 2626-1013
R Demétrio Ribeiro, s/n
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
 
Heloiza HS Spindler
(54) 282-2667
r Rodolfo Schlieper, 236
Canela, Rio Grande do Sul
 
Círculo País Mestres Esc Est Primeiro Grau Inc Educ Especial
(51) 594-1402
r José Trenz Fl, São José
Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul
 
Lar Sestilha Ana Toniolo
(51) 473-0623
pc Coração de Maria, 120, Centro
Esteio, Rio Grande do Sul
 
ABRACC - Associação Brasileira de Ajuda à Criança com Câncer
(21) 3477-6080
Rua República do Líbano n° 16 / 202
Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul
 
Nilo Trentin
(553) 742-5678
r Mal Deodoro, 211, ap 1, Palmeira das Missões
Palmeira das Missoes, Rio Grande do Sul
 
Lar da Criança Primo e Palmira Pandolfo
(54) 443-2097
r Mal Floriano, 1610, Guaporé
Guapore, Rio Grande do Sul
 
Carla Rosele Ludwig Kolling
(51) 561-2999
r José do Patrocinio, 230, Estância Velha
Estancia Velha, Rio Grande do Sul
 
Creche Nelda Ltda
(553) 375-4494
r Walter Paul Goldhardt, 64
Panambi, Rio Grande do Sul
 

Tratamento de Tabagismo

Fornecido por: 

Romper barreiras entre diferentes áreas do conhecimento para pesquisar crenças e valores associados ao início do uso do tabaco pelos adolescentes, colaborando, deste modo, com a prevenção ao fumo. Esse foi o objetivo da dissertação de mestrado "Tabagismo: uma busca da subjetividade no uso da droga permitida", feita por Renata Carone Sborgia, pesquisadora da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP/USP).

Renata defende a necessidade de uma abordagem interdisciplinar, associando conhecimentos de saúde, psicologia, direito e educação, para a compreensão dessas crenças e valores, responsáveis por levar os jovens a fumar. "Do ponto de vista jurídico, a compreensão dos aspectos subjetivos poderá adquirir um grande valor instrumental na elaboração, aplicação e interpretação das leis relacionadas ao controle do tabagismo", defende a pesquisadora. Ela também acredita nos benefícios desse tipo de abordagem para a área educacional.

Formada em Direito e Letras, Renata leciona para pessoas de várias idades. O interesse pelo tema surgiu ao observar seus alunos começando a fumar cada vez mais cedo, por motivos não muito claros. "Ainda não havia um trabalho que definisse critérios, identificasse e compreendesse as motivações que levam ao consumo do cigarro" conta. Nas entrevistas, realizadas com 65 adolescentes fumantes de um colégio particular de Ribeirão, chamou a atenção os efeitos da propaganda: "vimos que os jovens tendem a acreditar que a mídia não influencia as pessoas a fumar e que fumar não mata, mas acreditam que ver as pessoas fumando pode induzi-los a fumar".
  
Entrevistando os jovens

Seguindo uma proposta de seu orientador, Marco Antonio de Castro Figueiredo, professor do Departamento Psicologia da FFCLRP, Renata desenvolveu sua pesquisa em duas etapas. Na primeira, foram efetuadas entrevistas semi-estruturadas com 12 adolescentes fumantes. Nessa fase, conta Renata, "o jovem teve um período para pensar sobre o hábito de fumar em si e o uso do tabaco entre os adolescentes, seguido de um tempo para que escrevesse suas respostas no papel, antes da entrevista propriamente dita, individual e gravada em fita k7. São os procedimentos de evocação, enunciação e averiguação".

As respostas encontradas nas entrevistas foram sintetizadas e classificadas, de modo que o questionário resultante tivesse 13 locuções, classificadas em cinco categorias (propaganda, auto-afirmação, efeitos biológicos, resposta social e resposta psicológica). Estes questionários foram aplicados, na segunda etapa da pesquisa, entre os 65 alunos escolhidos no colégio.

Cada locução do questionário apresentava alternativas de resposta relacionadas a uma escala numérica, com a qual foi possível estabelecer como cada jovem entendia os valores e as atitudes em relação às frases apresentadas.  "Os conteúdos expressos nas respostas para as locuções eram ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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