Urologia Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

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José Delzuith Maranhâo Filho
(21) 2268-4496
Rua Dona Delfina 12 - Casa 5
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Flavio Rotman
2547-4075
R. Siqueira Campos 43 - 713
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
José Manoel Alves de Oliveira
(21) 2556-8096
Rua do Catete 90 - Sala 404
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Gerson Carakushansky
(21) 2547-6838
Av. N. S. de Copacabana 500 - Conj. 611
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Cristiane Xavier
(021) 3553-6440
Av. das Américas 3200 - Barra da Tijuca
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Terapias Complementares e Alternativas

Dados Divulgados por
Paulo Marcos Nunes Valiante
(21) 2234-1003
Rua Sergipe 14 - 2º Andar
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Caíto Petroni Lemes
(21) 3316-2900
Rua Jaguaruna 105 - 4º Andar
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Clara Rey
(21) 9239-8112
Am. Tamandaré 33 - 503
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Preventiva e Social

Dados Divulgados por
Heleine Laudelina de Almeida
24871615
Av. das Américas 16355 (cob.02) Recreio
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
Marlene Couto Campos
2196-0333
R. Cd. de Bonfim 255 - 703
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

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Urologia

Fornecido por: 

Pesquisadores do Grupo de Urologia Oncológica do Departamento de Cirurgia da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp apresentaram no mês de abril, no Congresso Americano de Urologia, em Chicago, nos Estados Unidos, os resultados de um estudo realizado em 200 pacientes atendidos no ambulatório de urologia do Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp e no Hospital Estadual de Sumaré (HES). A pesquisa é resultado da dissertação de mestrado "Correlação entre prostatite tipo IV (NIH), PSA elevado e câncer de próstata", do médico-assistente Rafael Mamprim Stopiglia.

O trabalho foi escolhido como o melhor da sessão "Câncer de próstata: detecção e mapeamento". A apresentação foi feita pelo médico-assistente Leonardo Oliveira Reis, coautor da pesquisa. A orientação da pesquisa é do médico urologista Ubirajara Ferreira, coordenador do Grupo de Urologia Oncológica. De acordo com os pesquisadores, o estudo refuta uma prática adotada há anos no diagnóstico do câncer de próstata e impacta, diretamente, o trabalho de urologista e o tratamento de pacientes.

De acordo com a Associação Americana de Urologia, um em cada seis homens na faixa etária entre 45 e 75 anos tem câncer de próstata. De maneira geral, a doença acomete cerca de 10% dos homens após os 50 anos. À medida que a idade avança, as chances crescem, chegando a atingir cerca de 50% dos homens aos 75 anos. Pesquisas apontam que fatores genéticos, alimentação e estilo de vida podem estar relacionados com o câncer de próstata. "O que é determinante nós não sabemos. Tem muita especulação, mas não se chegou a uma resposta", disse o médico urologista Ubirajara Ferreira.

É recomendado aos homens o exame de próstata a partir dos 45 anos. O diagnóstico pode ser feito pelo exame de toque retal, medida do PSA [sigla em inglês para dosagem do antígeno prostático específico] ou biópsia, dependendo do caso. A medida do PSA é o exame mais usado pelos urologistas. O PSA é uma substância produzida pela próstata que serve como marcador para a detecção precoce do câncer de próstata a partir do exame de sangue. Não existe um valor considerado normal de PSA pela comunidade médica urológica internacional e brasileira, porém, valores acima de 2,5 merecem uma maior atenção. A idade do paciente e o tamanho da próstata podem alterar o índice do PSA. Atividades físicas intensas num curto per&iac...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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