Tratamento de Icterícia Caucaia, Ceará

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Jose Alberto Rocha
3368-8999
Av Edson da Mota Correia 714
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

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Maria Lucia Martins de Aragao
3244-2527
R Cel Juca 1367
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

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Jose Roosevelt Cavalcante
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Av Sen. Virgilio Tavora 1901
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

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Irene de Castro Maia Nogueira
Av Antonio Sales 2933
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

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Maria do Perpetuo S S da Cunha
3486-6165
Av Dom Luis 1233
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia

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Caesar Augustus B Fontes
3368-8995
Av Edson da Mota Correia 714
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Genética Médica

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Denise Nunes Oliveira
3088-2440
R Nunes Valente 2105
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia

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Estefania Mota Araripe Pereira
3223-8823
R Gilberto Camara 835
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

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Fortaleza, Ceará
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Nutrologia

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Aila M Martins Pimentel Oliveira
3287-5589
R Pintor Antonio Bandeira 1500
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

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Tratamento de Icterícia

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Os resultados de um programa pioneiro para acompanhamento e tratamento de recém-nascidos com icterícia acabam de ser divulgados pela equipe de Neonatalogia do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Caism) da Unicamp. A icterícia, caracterizada pela coloração amarelada da pele e das mucosas, é causada pelo acúmulo no sangue de bilirrubina, um pigmento biliar.

Normalmente, a bilirrubina é alterada pelo fígado do bebê para a sua eliminação. Se esta eliminação não é eficaz, surge o quadro de icterícia fisiológica (ou hiperbilirrubinemia), que em níveis elevados provoca lesões no sistema nervoso central. Danos cerebrais por icterícia - patologia denominada kernicterus - trazem seqüelas como surdez e problemas motores, e podem inclusive levar à morte.

O programa avaliou todos os recém-nascidos no Caism com peso acima de 2 quilos, idade gestacional mínima de 35 semanas e sem complicações no parto, no período de abril de 2001 a agosto de 2005. Do total de 11.259 crianças, 2.452 (21,8%) estavam ictéricas e justificaram acompanhamento ambulatorial. Oitenta precisaram ser reinternadas para tratamento com fototerapia.

Um artigo com esses resultados foi publicado na última edição do Jornal de Pediatria, importante periódico da área, acompanhado de editorial elogioso de um dos maiores especialistas em icterícia do mundo, o professor indiano Vinod Bhutani, da Stanford University School of Medicine.

Assinam o artigo os médicos Fernando Perazzini Facchini, Maria Aparecida Mezzacappa, Izilda Rodrigues Machado Rosa, Francisco Mezzacappa Filho, Abimael Aranha Netto e Sergio Tadeu Martins Marba, todos do Caism e professores da Faculdade de Ciências Médicas. 

Os elogios de Vinod Bhutani procedem, pois talvez não se encontre na literatura mundial um levantamento tão criterioso sobre a incidência de icterícia e em seus variados graus. Além disso, elaborou-se um programa eficaz e de baixo custo para detecção e prevenção de uma doença que vem sendo negligenciada por hospitais brasileiros e do exterior.

Alerta nos EUA

O professor Fernando Facchini, que coordena a equipe do Caism, explica que a icterícia na fase fisiológica é quase sempre benigna, havendo a normalização natural do nível de bilirrubina com o passar dos dias. "Mas existem doenças associadas que fazem com que a icterícia, quando presente, se manifeste com muito mais intensidade e provoque as lesões no sistema nervoso", adverte.

Segundo Facchini, o kernicterus, que parecia controlado devido aos avanços na neonatalogia, está ressurgindo nos últimos anos. "Os Estados Unidos registraram mais de 150 casos bem caracterizados (e que não representam o total). Isto acionou uma campanha de tolerância zero, até porque não há qualquer razão para que a criança sofra a lesão diante da facilidade de detecção e de tratamento da icterícia".

O professor da Unicamp observa que as lesões cerebrais por...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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