Tratamento de Icterícia Niterói, Rio de Janeiro

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Herbert Praxedes-Hematologia Pat.Onc.e
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Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

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Larissa Correa Prieto
Est. Francisco da Cruz Nunes 5803
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

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Fausto Jose Santos Soares
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Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Patologia

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Jose Antonio Abi Ramia
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Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

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Regina Granato Laboratorio Ltda
(21) 2544-1547
R. Cel. Serrado 688
Sao Goncalo, Rio de Janeiro
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

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Sonia Cristina Moreira Borges
(21) 2610-0674
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Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

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Clarisse de Oliveira Waldstein de Moura
(21) 2622-2563
R Mem de Sa 19 - Sl. 1005
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

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Alexandre Mônaco
(21) 2719-7680
R Miguel de Frias 77 - Sl. 813 a 816
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Leonardo Justin Carap
(21) 2719-9585
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Niteroi, Rio de Janeiro
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Medicina Preventiva e Social

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José Manoel Alves de Oliveira
(21) 2556-8096
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Medicina do Trabalho

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Tratamento de Icterícia

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Os resultados de um programa pioneiro para acompanhamento e tratamento de recém-nascidos com icterícia acabam de ser divulgados pela equipe de Neonatalogia do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Caism) da Unicamp. A icterícia, caracterizada pela coloração amarelada da pele e das mucosas, é causada pelo acúmulo no sangue de bilirrubina, um pigmento biliar.

Normalmente, a bilirrubina é alterada pelo fígado do bebê para a sua eliminação. Se esta eliminação não é eficaz, surge o quadro de icterícia fisiológica (ou hiperbilirrubinemia), que em níveis elevados provoca lesões no sistema nervoso central. Danos cerebrais por icterícia - patologia denominada kernicterus - trazem seqüelas como surdez e problemas motores, e podem inclusive levar à morte.

O programa avaliou todos os recém-nascidos no Caism com peso acima de 2 quilos, idade gestacional mínima de 35 semanas e sem complicações no parto, no período de abril de 2001 a agosto de 2005. Do total de 11.259 crianças, 2.452 (21,8%) estavam ictéricas e justificaram acompanhamento ambulatorial. Oitenta precisaram ser reinternadas para tratamento com fototerapia.

Um artigo com esses resultados foi publicado na última edição do Jornal de Pediatria, importante periódico da área, acompanhado de editorial elogioso de um dos maiores especialistas em icterícia do mundo, o professor indiano Vinod Bhutani, da Stanford University School of Medicine.

Assinam o artigo os médicos Fernando Perazzini Facchini, Maria Aparecida Mezzacappa, Izilda Rodrigues Machado Rosa, Francisco Mezzacappa Filho, Abimael Aranha Netto e Sergio Tadeu Martins Marba, todos do Caism e professores da Faculdade de Ciências Médicas. 

Os elogios de Vinod Bhutani procedem, pois talvez não se encontre na literatura mundial um levantamento tão criterioso sobre a incidência de icterícia e em seus variados graus. Além disso, elaborou-se um programa eficaz e de baixo custo para detecção e prevenção de uma doença que vem sendo negligenciada por hospitais brasileiros e do exterior.

Alerta nos EUA

O professor Fernando Facchini, que coordena a equipe do Caism, explica que a icterícia na fase fisiológica é quase sempre benigna, havendo a normalização natural do nível de bilirrubina com o passar dos dias. "Mas existem doenças associadas que fazem com que a icterícia, quando presente, se manifeste com muito mais intensidade e provoque as lesões no sistema nervoso", adverte.

Segundo Facchini, o kernicterus, que parecia controlado devido aos avanços na neonatalogia, está ressurgindo nos últimos anos. "Os Estados Unidos registraram mais de 150 casos bem caracterizados (e que não representam o total). Isto acionou uma campanha de tolerância zero, até porque não há qualquer razão para que a criança sofra a lesão diante da facilidade de detecção e de tratamento da icterícia".

O professor da Unicamp observa que as lesões cerebrais por...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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